Com auxílio de máquinas pesadas, trabalhos de buscas em Brumadinho entram no 16º dia

Com auxílio de máquinas pesadas, trabalhos de buscas em Brumadinho entram no 16º dia

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Com auxílio de máquinas pesadas, os trabalhos de buscas por vítimas do rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho (MG), entraram no 16º dia neste sábado (9). Até o momento, 157 mortes foram confirmadas e 165 pessoas seguem desaparecidas.

Com o tempo firme e sem chuva, 12 helicópteros começaram cedo os sobrevoos. Às 7h30, equipes já estavam trabalhando no resgate. Segundo o Corpo de Bombeiros, o efetivo neste sábado soma 390 militares, sendo 159 de Minas Gerais, 130 de outros estados, 64 da Força Nacional e 37 voluntários. Dezessete cães farejadores também reforçam as buscas.

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De acordo com o tenente-coronel Eduardo Ângelo, do Corpo de Bombeiros, a quantidade de máquinas pesadas neste sábado chega a 39. Diversos desses equipamentos são usados, nesta manhã, na região do refeitório da mineradora.

“Como o deslocamento dessas máquinas é muito vagaroso, a gente acertou com os encarregados que esses deslocamentos ocorrerão a noite. Então, todo dia ao final do turno, quando a gente for realocar as máquinas em outros pontos, esses deslocamentos serão a noite, de forma que às 8h, impreterivelmente, a gente consiga iniciar os trabalhos”, afirmou o oficial.

Segundo o tenente-coronel, a área de buscas foi dividida em quase 200 micropontos. “Um detalhe que é importante a gente salientar é que a gente iniciou a partir de hoje, desde já, o trabalho dentro das quadrículas, que são micropontos dentro do campo, aonde a gente vai começar a atuar e fazer varredura de toda a área. A nossa expectativa é que, dentro em breve, a gente consiga varrer toda área à medida que a gente for encerrando as quadriculas”, explicou.

Além do refeitório, os trabalhos se concentram em pontos com a região do ITM, do estacionamento e na área da ferrovia.

O tenente-coronel Ângelo também afirmou que as buscas seguem no Rio Paraopeba. “Como a gente sempre tem água correndo e pode ter segmentos ou corpos carreados durante esses dias de chuva, a gente sempre mantém uma busca constante de equipes subindo o Paraopeba até o pontilhão da linha férrea”, falou.




Fonte:G1

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